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Reais Ordens da Casa Real Portuguesa

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As Reais Ordens da Casa Real Portuguesa são património histórico, familiar e cultural. Reconhecidas por sentenças judiciais válidas nos mais de 160 países signatários do acordo de NY 1958 e pela ONU a favor do actual Grão Mestre S. A.R., D. Rosário XXII Duque de Bragança. 

 

As Ordens Militares de Cavalaria de Portugal estão na fundação da nação, da recuperação territorial e dos descobrimentos de novos mundos para a civilização. Aos seus cavaleiros couberam grandes responsabilidades na defesa da Pátria e na grandiosa epopeia dos descobrimentos Portugueses.

Note que existe uma diferença entre Ordens duma Casa Real Soberana e outras ordens (falsas) quando simples associações na vigência do direito comercial.

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Real Ordem de Almacave

O Grito de Almacave teria sido pronunciado pelos povos representados nas lendárias Cortes de Lamego, simbolicamente identificado com a fundação de Portugal. Clamado desde a Revolução de 1640 como "o grito da liberdade portuguesa", 

 

O grito é, em latim:

"Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt."

O que, em português, significa:

"Nós somos livres, o nosso Rei é livre, e as nossas mãos nos libertaram."

 

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Portugal encontra-se hoje ocupado por uma corporação globalista denominada república Portuguesa.

Esta corporação ao longo dos anos entregou a potências estrangeiras significativas partes da soberania nacional em verdadeiros actos de traição à Pátria. Por isso, a Casa Real decidiu que caberia a esta recém-criada Real Ordem de Almacave iniciar a restruturação da Ordens da Casa Real. Nesse sentido, iremos iniciar o curso para Escudeiros com um programa a definir brevemente, que visa o aperfeiçoamento pessoal e espiritual dos futuros membros desta ordem.

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Real Ordem Militar de Nossa Sra. da Conceição de Vila Viçosa

Enquadramento histórico

A Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, ou abreviadamente Ordem de Vila Viçosa ou Ordem de Nossa Senhora da Conceição, foi criada a 06 de Fevereiro de 1818 por Decreto Régio do Rei Dom João VI de Portugal (também Imperador do Brasil, sob o título de Dom João I do Brasil), no dia em que foi aclamado no trono do Reino Unido de Portugal, do Brasil e Algarves, na cidade do Rio de Janeiro. Mais do que a sua coroação, pretendia celebrar o fim das invasões francesas e agradecer a Nossa Senhora da Conceição a sua intervenção na obtenção da independência de Portugal.

Em 10 de Setembro de 1819 adquiriu os seus Estatutos, através do Alvará em que Dom João criou os graus e insígnias. A sede da Ordem foi fixada em Vila Viçosa, ligada à Real Capela, onde a 8 de Dezembro passaria a decorrer todos os anos a festa da Nossa Senhora da Conceição.

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A espiritualidade do povo português enlaça-se com a História, na ligação a Nossa Senhora da Conceição. Começou no berço, quando D. Afonso Henriques celebrou em sua honra um pontifical de acção de graças, aquando da conquista de Lisboa. Mais tarde, D. Nuno Álvares Pereira fundou a Igreja de Nossa Senhora do Castelo em Vila Viçosa, na mesma localização onde se encontra hoje o Santuário, oferecendo-lhe a imagem de Nossa Senhora, que tinha adquirido em Inglaterra. Foi o reconhecimento da intervenção mística da força que permitiu ao povo suportar o cerco de Lisboa em 1384, eleger o Rei Dom João I em 1385 (a 6 de Abril, curiosamente no mesmo dia em que no ano anterior tinha vencido a Batalha de Atoleiros) e obter a vitória final a 15 de Agosto do mesmo ano na Batalha de Aljubarrota, sob o comando de D. Nuno Álvares Pereira; aliás, São Nuno de Santa Maria. A mesma fé inabalável levou o Infante Dom Henrique a edificar a Igreja de Santa Maria de Belém, onde os monges da Real Ordem Militar de Cristo prestavam assistência aos que se envolviam na aventura da navegação portuguesa e que foi posteriormente substituída pelo Mosteiro dos Jerónimos. Sem esquecer Sagres, onde se supõe que tenha sido também D. Henrique a mandar edificar a Igreja de Santa Maria, estrategicamente situada no promontório, de forma a avistar o eixo Atlântico-Mediterrâneo de navegação marítima (actualmente dedicada a Nossa Senhora da Graça).

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Padroeira, Rainha e Símbolo da “Terra de Santa Maria”

A Imaculada Conceição da Virgem Maria é tão marcante na tradição espiritual da alma portuguesa, que o Dia da Mãe foi celebrado durante séculos a 8 de Dezembro. É curioso, como até o território se encontra ligado pelo Santuário do Sameiro a norte e o de Vila Viçosa a sul. No entanto, vai mais longe a identificação. Dom João IV foi coroado Rei de Portugal a 15 de Dezembro de 1640, na sequência do movimento da Restauração. Num gesto de profunda devoção e de novo como agradecimento pela independência de Portugal, decide designar Nossa Senhora da Conceição como Padroeira do Reino e coroá-la nas cortes de 1646, como Rainha de Portugal. Desse dia em diante, nenhum outro Rei ou Rainha voltou a usar a coroa portuguesa. Descendente do primeiro Duque de Bragança, Dom Afonso, (filho de Dom João I e da filha única do Santo Condestável), Dom Afonso IV foi o primeiro Rei da sua dinastia e consolidou, desta forma, a estreita associação que vinha de trás, da Casa de Bragança com Nossa Senhora da Conceição.

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Na criação da Real Ordem de Vila Viçosa, subjaz a concepção de Portugal como o País Mariano por excelência, a “Terra de Santa Maria” e a profunda devoção do povo à Imaculada Conceição. Nela encontrou o amparo e a protecção para os momentos difíceis de perda de soberania e em torno dela se uniu em preces de esperança pela liberdade e independência do Reino. É ela a rosa das cinco pétalas dos Bragança, como cinco são as quinas do escudo de Portugal.

Foi a última Ordem Real a ser criada, a primeira foi a de São Miguel da Ala. O Príncipe dos Anjos foi o primeiro Padroeiro de Portugal e nesta dupla assenta a mais antiga tradição da Cavalaria, onde Nossa Senhora é a mais elevada Dama e São Miguel o ideal do Cavaleiro. Ambos estabelecem o equilíbrio simbólico, entre a independência e a liberdade absoluta de consciência de Nossa Senhora; e a defesa da justiça e o direito à verdade de São Miguel.

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Reestruturação para o Tempo Presente

As Ordens de Cavalaria renascem agora, mantendo os princípios originais, embora com uma reformulação actualizada, que acompanha a evolução do tempo e prescinde das regulamentações antigas que se verifiquem ultrapassadas. A Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, posiciona-se em claro afastamento da distinção honorífica, o registo de funcionalidade desinteressante que a caracterizou enquanto foi usada de modo fraudulento, por um pretendente ilegítimo à chefia da Casa Real de Bragança. Manteve-se intocada pela República, que não teve forma de se apropriar dela como fez relativamente à maioria das restantes Ordens Reais, por ser pertença da Casa Real de Bragança. Sofreu, no entanto, a gestão apócrifa do ramo da família para sempre banido, que a usou como uma peça de decoração. Em 1985, a Comissão Internacional Permanente dos Estudos das Ordens de Cavalaria, confirmou Dona Maria Pia de Saxe-Coburgo e Bragança como Grã-Mestre da Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa. Do documento em figura abaixo, consta o relatório do Comité Executivo da Comissão Internacional das Ordens de Cavalaria, que retira a chefia a Duarte Pio e a entrega sem reservas a SAR Dona Maria Pia. É seu sucessor SAR Dom Rosário Poidimani de Saxe-Coburgo e Bragança, o actual Grão-Mestre da Ordem.

Missão

Honrando a tradição, a Ordem de Vila Viçosa tem por missão conceber, desenvolver e apoiar projectos que promovam a independência, a autonomia, a liberdade e a soberania. Desde o nível individual ao colectivo, na reaprendizagem da auto-suficiência, como forma de gerar frutos consistentes, que conduzam à independência de Portugal e do Povo Português. Nos momentos certos, surgem os Cavaleiros dispostos a colocar-se ao serviço do seu semelhante, na defesa dos Direitos Universais, que se sobrepõem a todo e qualquer poder temporal, em busca do reencontro com a cultura e a identidade portuguesas.

Graus

 

A Ordem de Nossa Senhora da Conceição foi outrora exclusiva para nobres. No entanto, a verdadeira nobreza vem do coração e transcende as classes sociais. Como Escudeiros da Ordem, serão aceites aqueles que demonstrarem pureza de coração e uma vontade inabalável de abraçar a nobre missão a que a Ordem se propõe. Entre

os Escudeiros, serão escolhidos os que, tendo já serviço prestado, revelarem possuir a determinação, a capacidade e o empenho necessários para serem formados no conhecimento relevante e armados Cavaleiros. Organizam-se os graus da forma que se segue:

  • Escudeiro

  • Cavaleiro

  • Comendador

  • Grã-Cruz

  • Grã-Cruz Real (Exclusiva do Grão-Mestre, o Chefe da Casa Real de Bragança.)

 

 

Manto

 

O manto branco debruado a azul, leva a insígnia da Ordem bordada do lado esquerdo. É usado a partir da atribuição do grau de Cavalaria e do momento em que é feito o juramento. Não se lhe sobrepõe nenhum outro, pelo que pode usar-se a insígnia sobre o manto de outra Ordem, no caso de se pertencer a mais do que uma. 

Insígnia

A insígnia é atribuída a todos os graus, com variações para cada um deles. Foi desenhada em 1818 por Jean-Baptiste Debret e consiste num medalhão com uma estrela coroada, em cujo centro se inscrevem as letras AM, rodeadas por um círculo onde se lê a inscrição “Padroeira do Reino”. Tem a banda com uma barra central larga azul clara e duas barras estreitas laterais brancas.

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Liberdade de Consciência

 

A Ordem de Vila Viçosa é independente de todos os poderes, do político ao eclesiástico. É uma Ordem laica e não obriga a culto religioso, na salvaguarda da absoluta liberdade de consciência.

Real Ordem da Torre e Espada

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No reinado de d. Afonso V, foi criada esta Ordem de Cavalaria, aprovada pelo Papa Calixto III. Proclamando em 1457 o Pontífice uma Cruzada contra os turcos, mandou o rei preparar uma grande armada para auxiliar na empresa, mas tendo falecido o Chefe da Cristandade, o interesse dos príncipes cristãos arrefeceu e essa expedição deixou de se realizar.

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D. Afonso V entretanto, desejando aproveitar os preparativos feitos, resolveu empregá-los contra os mouros da costa da África e nessa ocasião instituiu esta notável Ordem Militar de Cavalaria, por Carta Régia de 1459.

 

O nome de Tôrre e Espada fazia alusão a uma torre que havia na cidade de Fez e cujo remate terminava com uma espada que os mouros afiançavam que no dia em que fosse dali tirada, a cidade cairia em poder dos cristãos. Quando de sua criação, constava esta Ordem de 26 Cavaleiros, número que correspondia a idade do soberano.

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Real Ordem de São Tiago

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A Ordem Militar de Santiago da Espada foi fundada como ordem militar em Cáceres, em 1170, pelo Rei D. Fernando II de Leão, marido da Infanta D. Urraca de Portugal, filha do Rei D. Afonso Henriques e de D. Mafalda de Sabóia. A sede da Ordem em Castela foi depois transferida para Ucclés. A sua devoção era a de Santiago Maior Apóstolo.

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A introdução da Ordem em Portugal data de cerca de 1172, quando veio em auxílio do Rei D. Afonso Henriques. A Ordem foi confirmada pelo Papa Alexandre III em 1175 e teve os estatutos aprovados pelo Papa Inocêncio III, no IV Concílio de Latrão, em 1215, no que constitui a sua transformação em ordem religiosa.

A Ordem de Santiago desempenhou um papel activo na Reconquista cristã da Península, e concretamente na expulsão dos muçulmanos do Algarve. A sua primeira sede em Portugal foi o Mosteiro de Santos-o-Velho, em Lisboa, passando depois para Alcácer-do-Sal e depois para Mértola.

 

Os Cavaleiros de Sant’Iago em Portugal continuaram a prestar obediência ao mestre castelhano da Ordem até que, em 1288, no reinado de D. Dinis, o Papa Nicolau IV concedeu a bula Pastoralis officii, consagrando a isenção de obediência que levou à eleição do primeiro Mestre português, que foi D. João Fernandes.

Os protestos sucessivos dos reis castelhanos, levaram à sujeição da Ordem portuguesa à de Castela, com decisões contraditórias de vários Pontífices, até que, em 1452, o papa Nicolau V, pela Bula Ex apostolice sedis, reconhecia definitivamente a autonomia da Ordem em Portugal, e reconhecia como mestre o Infante D. Fernando, duque de Viseu e de Beja, igualmente Mestre de Avis.

Em 1482, a sede da Ordem transferiu-se para o Castelo de Palmela, que acabou por ficar associado à Ordem.

 

O último Mestre de Santiago antes da união dos mestrados à Coroa em 1551, no reinado de D. João III, foi D. Jorge de Lencastre, Duque de Coimbra, filho ilegítimo de D. João II, que reformulou a Ordem com novos estatutos e que ficou sepultado na Igreja do Castelo de Palmela.

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Real Ordem de Santa Isabel

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Esta, sob a designação de Ordem das Damas Nobres de Santa Isabel ou Real Ordem das Damas Nobres de Santa Isabel, foi uma ordem honorífica e feminina, exclusivamente destinada a senhoras da nobreza, instituída pela princesa D. Carlota Joaquina de Bourbon, com a autorização do Príncipe Regente D. João de Bragança, seu marido, por decreto de 4 de Novembro de 1801, cujos estatutos foram confirmados pelo alvará de 25 de Abril de 1804.

A insígnia desta ordem, (com banda de cor-de-rosa com lista branca ao centro) é um medalhão coroado, com a figura de Santa Isabel de Portugal num acto de Caridade, dando esmola a um mendigo, sobrepujando a legenda latina Pauperum Solatio.

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Real Ordem de São Miguel

A Ordem de São Miguel da Ala passa por ser a mais remota das ordens de cavalaria de origem portuguesa, supostamente criada por Afonso Henriques, em data incerta, entre 1165 e 1171, em memória da aparição e auxílio do braço alado e armado de S. Miguel Arcanjo, quando da tomada de Santarém (1147).

Uma imagem de vulto, em pedra, outrora colocada na muralha de Santarém e que retrata o primeiro Afonso, e se crê que constitua o único monumento do género que subsiste contemporâneo do fundador da monarquia portuguesa, tem sido muitas vezes invocada como indício seguro da existência desta Ordem.

 

No supedâneo da escultura, que ora se acha no Museu da Associação de Arqueólogos [Convento do Carmo, em Lisboa], lê-se: “El Rei D. Afonso Henriques, que esta vila [Santarém] tomou aos Mouros em dia de São Miguel, 8 de Maio de 1147”.

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O Abade Bernardo Giustiniani, na sua Historie Cronologiche dell'origine degl'Ordini Militari e di tutte le Religioni Cavalleresche 2, apresenta uma lista de cavaleiros, sustentando ter havido vinte e três Grão-Mestres (todos eles Reis de Portugal) desde a fundação da Ordem, em 1165, até à regência de D. Pedro II (1667).

Também Elias Ashmole faz referência à Ordem de São Miguel da Ala em The Institution, Laws & Ceremonies of the Most Noble Order of the Garter (1672) 3, afirmando: "é uma Ordem Religiosa Portuguesa dedicada a defender a religião Católica, as fronteiras de Portugal dos Mouros e a levar conforto às viúvas e aos órfãos".

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O Grã-Colar da Ordem de São Miguel da Ala, é usado pelo Grão Mestre Hereditario, O Chanceler-Mor, O Chanceler e Os Dois Vice-Chanceleres.

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Real Ordem de São Bento de Aviz

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A Ordem Militar de Avís, fundada no reino de Castela por d. Sancho III, no ano de 1158, foi introduzida em Portugal por D. Afonso Henriques, a 13 de Agosto de 1162, tendo como sede do mestrado a cidade de Coimbra, quando se denominou Ordem Nova. Transferida para Évora, passou a ser chamada Milícia de Évora da Ordem de Calatrava, da qual se originara, pela Bula do Papa Inocêncio III, datada de 16 de Junho de 1211.

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No reinado de D. Afonso II e com aprovação do Pontífice, instalava-se em 1214 em Avís, onde seus freires construíram um forte castelo, aí residindo durante alguns séculos. Desde essa época, passou a ser conhecida por Ordem Militar de São Bento de Avís. Esta Ordem está indissoluvelmente ligada à epopeia da formação da nacionalidade e fixação do território de Portugal.

 

No reinado de D. João I, por Bula do Papa Inocêncio IV, separou-se do mestrado de Castela. Conservada pelo governo português como Ordem estritamente militar.​

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Real Ordem de Cristo

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A Real Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo é uma ordem religiosa e militar, criada a 14 de Março de 1319 pela bula pontifícia Ad ea ex quibus cultus augeatur do Papa João XXII, que, deste modo, atendia aos pedidos do rei Dom Dinis.

Recebeu o nome de Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo ou Ordem da Milícia de Nosso Senhor Jesus Cristo e foi herdeira das propriedades e privilégios da Ordem do Templo. Em Maio desse mesmo ano, numa cerimónia solene que contou com a participação do Arcebispo de Évora, do Alferes-Mor do Reino D. Afonso de Albuquerque e de outros membros da cúria régia, o rei Dom Dinis ratificou, em Santarém, a criação da nova Ordem. Foi-lhe concedida como sede o castelo de Castro Marim; mas em 1357 já a sede tinha sido instalada em Tomar, anterior sede templária. 

A Real Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo faz parte do património histórico cultural da Casa Real Portuguesa reconhecido pelas sentenças judiciais e pela ONU como Organização intergovernamental.

 

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